Enquanto isso na Playboy…

Este fechamento foi até tranquilo. Na edição de junho da Playboy terá como capa a Natalia do BBB. Aquela loira engraçada do sul, lembram?


Relógio Bvlgari por R$ 22.275,00 na corpo da Vanessa Moura (Elite)

O editorial que assino é um especial sobre relógios. Escolhi os modelos mais formais, próprios para ambientes de trabalho ou aquela festa que você quer impressionar. Foi um corre-corre porque só tinha a segunda-feira pós Fashion Rio para fazer as fotos e durante o SPFW fui fechando os textos.

Eles queriam que fotografasse com uma modelo nua. Liguei para o João Avila e ele topou fazer, mas queria uma modelo negra. A maioria estava comprometida com o SPFW, mas pegamos a Vanessa Moura (Elite). Tanto eu quanto o fotógrafo, preferimos a sutileza nas fotos. Nada explícito. Claro, que quando chegou o editorial, o povo da Playboy chiou um pouquinho, já que eles esperavam algo um pouco mais explícito.

Bom, não consegui né? Mas no final das contas ficou bem chique e combinou com as marcas escolhidas. Tem desde um Vacheron Constantin de R$73.512,00, cedido gentilmente pela Dryzun até um Swatch de R$ 395,00. Fiz um texto geral sobre relógios de pulso, uma pesquisa sobre quem usou no cinema e na vida real. No final, dicas para a escolha do modelo ideal.

E hoje já fechamos a pauta da edição de agosto. Como é edição de aniversário da Playboy, vamos mostrar quais as roupas ideais para quando você recebe um convite: esportivo, passeio, passeio completo, black tie. Hummm, vou ter que aprender a dar nó em gravata borboleta!!!!

Missão cumprida: a longa gravação do Fantástico

Se você como eu achava que vestir o homem comum é fácil, pode tirar o cavalo da chuva. É claro que temos inúmeras opções fashion, mas no feijão-com-arroz, a coisa é bem mais embaixo.


Gloria e Dario falando sobre as passagens do programa

Assim como na Playboy, o diretor do quadro da Gloria Kalil, o Dario, não queria modelos masculinos para o programa, então tivemos que montar um casting mesmo. No final das contas, ele escolheu três, o Reinaldo Lozano, que faria o jovem; Marcelo Praxedes, o trintão; e o Luis Antonini, faria o cinquentão. Claro, que para vesti-los foi bem mais dificil, porque não tinham medidas ideais.

Primeiro pânico: eu e a Sandra Godoy montamos basicamente 2 looks para os eventos mais formais e 2 looks para momentos informais. Muda daqui, ajeita dali, e nosso dom de dar mais de uma opção foram a salvação.


Meu anjo da guarda, a produtora de moda Sandra Godoy, no camarim improvisado

É claro que a gente pensou num homem mais sofisticado, mas teve certas horas que não teve jeito. Várias vezes ouvimos: não é editorial de moda, é programa para homem de vida real! Então, fomos que fomos atrás deste “homem de vida real”. E o que era vestir os três??? Uma luta.


Gloria Kalil entre “os modelos da vida real”

Estavamos com tudo pronto por volta das 11h30, mas por vários motivos, começamos a gravar por volta das 15h. As escolhas foram: jaqueta de nylon com polo colorida+calça de veludo para o cinquentão; blazer azul marinho+camisa xadrez+calça caqui+sapato de camurça para o mais jovem (nosso look preferido) e jaqueta de couro+polo rosa+calça jeans e tenis para o trintão. A gente gostou mais com o blazer de camurça, mas a Gloria achou melhor usar uma jaqueta de couro.


Parte da equipe técnica do quadro de Gloria Kalil no Fantástico

O segundo momento foi a passagem do informal para o formal. A Gloria falou que a gravata poderia ser usada sem terno, e é uma verdade. Então pegamos o blazer azul marinho e a mesma jaqueta de nylon e montamos uma opção. Eu optaria por gravatas mais estreitas, mas ficariam muito fashion para o espectador médio, além de ser uma opção mais difícil de encontrar no mercado.

A cena foi feita no bar do Jockey Club e a gente brincava que a Gloria era a bartender mais chique da cidade. Ela tinha ido na missa de sétimo dia da Dona Ruth e tinha ficado muito tocada com a situação, mas aguentou firme e forte o dia.

A terceira opção era o homem de terno. Aí que mora o perigo. Um bom terno precisa de ajustes para ficar bom. Na foto é fácil, coloca um alfinete aqui, uma crepe acolá, mas na TV é mais complicado. As barras de calça não se acertavam, porque os nobres tecidos não davam para colar. Os corpos não ajudavam, sufoco!

A opção foi um terno areia para o dia, e dois ternos escuros para noite: um azul marinho com camisa branca e gravata bordo e outro risca-de-giz com colete para mostrar, entre outras coisas, a diferença entre terno e costume.

A gravação terminou pot volta das 20h, mas bom humor é tudo na vida. A Gloria conduziu tudo na boa e com uma educação impar. Dario às vezes ficava nervoso, mas logo depois pedia desculpas. A equipe estava toda afinada e fazia tudo para solucionar todos os problemas, como os insistentes helicópteros que insistiam em passar em momentos chaves da gravação.

No final, sensação do dever cumprido, e vamos ver o resultado no Fantástico. Depois eu conto quando vai para o ar, ok?

 

 

 

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