Retrospectiva FM: maio 08

Como já havia dito outras vezes, blog não dá dinheiro, mas vez ou outra, ele rende frutos. Editei o Bblog, blog da Brastemp para Casa de Criadores.

São 7 horas da manhã e só agora consegui colocar colocar no ar todos os desfiles com as críticas. Passei a madrugada revisando todos os textos que subiram no primeiro dia de cobertura da Casa de Criadores. Depois, tinham as fotos do Fabio Motta e finalmente os comentários.

Um trabalho que eu adorei fazer foi um editorial com a Fernanda Motta para Revista de Domingo da Folha de São Paulo, só com roupas da rua Augusta.

Para dar esta idéia de passagem entre o público (roupas de programa) e o privado (fantasia) pedi para o Houssein Jarouche a MiCasa emprestada, por causa do rasgo de vidro do Volume B.

Assim, como um trabaho puxa outro. O Gilberto Dimenstein me pediu um texto amoroso sobre a Rua Augusta, já que eu tinha feito a edição acima para a Folha de São Paulo.

Ontem, meio assim de última hora me ligaram do Jornalismo Comunitário, projeto do Gilberto Dimenstein para escrever sobre a Rua Augusta.

Mesmo com o pouquíssimo tempo, aceitei o desafio e escrevi: Rua Augusta é meu antídoto contra a monotonia.

Na Semana da Parada Gay, o Guia do Estadão me convidou para fazer uma avaliação divertida sobre os clubes gays de Sampa.

Nesta semana que acontece a Parada Gay, o que a gente ganha é visibilidade. Os guias do Estadão (que eu colaborei) e da Folha dão capa para as opções gays da cidade.

Nesta época comecei um projeto de exposição para MiCasa e recuperei um texto sobre arte contemporânea.

A questão, levantada pelo filósofo e crí­tico alemão no texto célebre “A obra de arte na era de sua reprodutibilidade técnica”, publicado nos anos 30. No Brasil, que carece de uma historiografia no campo das artes plásticas e visuais que faça frente as teorias de arte americanas e européias, já que temos em 1946 Geraldo de Barros iniciando suas pesquisas na área de fotografia e isso não é levado em conta na teoria da fotografia moderna.

Geraldo de Barros, sem título, 1949

Em maio saiu na L´Officiel uma matéria minha sobre e SCMC e SC Mostra Jeans, inspirada num post daqui do FM.

Na matéria falo do quadro geral do Pólo, dos dois eventos e em especial da AMC Têxtil e seu sucesso como modelo empresarial em termos de mercado. A coincidência é que estou voltando para lá, exatamente para dar uma palestra no SCMC.

Fiz um post que refletia muito sobre o futuro da moda e as tendências.

Depois de tantas tendências, microtendencias, , sinto que a moda vai se dirigir neste sentido: menos e melhores opções. Prepare-se para um período mais parecido com aqueles tempos em que haviam grandes temas e várias interpretações sobre isso.

Para fechar com chave de ouro, finalmente saiu nas bancas minha primeira colaboração para PLAYBOY, 27 páginas!!! Com esta estréia me tornei Editor de Estilo da revista.

Claro que fiquei bem feliz. Primeiro com o texto do Diretor de Redação, Edson Aran: Arquiteto por formação, Ricardo entrou no mundo da moda e artes plásticas há mais de dez anos. Seu nome é reconhecido (e, mais importante, respeitado no meio. Por isso o chamamos para assinar nosso superespecial de estilo. E ele fez como esperávamos: com muita elegância. Fiquei vermelho, juro.


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