Plan B: Circo teatro dança e emoção

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Hoje me esqueci da moda e artes plásticas, porque chega uma hora…deixa para lá. A noite, me juntei com a Biti Averbach, para assistir a última apresentação do grupo francês CIE111 , que se apresentou no Sesc Pinheiros, com o espetáculo Plan B.

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Eles misturam teatro, circo, dança, cinema, games, seriados de TV, e é ao mesmo tempo sofisticado e naif, irônico e melancólico, ah! um cem número destes adjetivos que a gente usa em dupla para dar a entender que a coisa é incrível.

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A partir de um grande retângulo colocado a 45o. no palco, eles escorregam, fazem acrobacias, movimentos em câmera lenta, aproveitando o atrito que o grande muro oferece. O ritmo e as surpresas vão surgindo de todos os lados.

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Brincam com a ilusão sem iludir, no final colocam uma câmera no alto, o muro está no chão, eles estão deitados, mas que na tela de vídeo, parecem estar de pé. Brincam daquelas lutas tipo Tigre e o Dragão, ou aqueles movimentos bem Matrix.

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O que me impressionou, além da técnica invejável, especialmente das acrobacias, é que o erro aparente, como uma bola que cai num número típicamente circense de malabares, vira um outra história, mais rica, como se mostrasse que são dos erros que nascem os grandes acertos.

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Saí de lá feliz da vida, porque, mesmo otimista, sofro com meus erros. E olha que são muitos, talvez muito mais do que os acertos. Por isso, eu adoro a música Dance do LCD Soundsystem: “Everybody makes mistakes but i feel alright when i come undone”. Quando conheci o James Murphy, na minha primeira noite como promoter da Freak Chic, disse isso para ele.

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A vida é assim, sempre tem muita coisa boa para ver por aí, sempre tem alguma coisa que a gente nem imagina que é possível, sempre a gente aprende uma coisa nova. Juro que procurei no youtube para ver se tinha algum vídeo para que vocês pudessem ver. Não achei, mas no site deles, têm estas fotos, assim como dos outros dois espetáculos, dos quais Plan B, faz parte.

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Quando ouvir falar na CIE111, corra para ver, ok?

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2 Comentários

  1. Eu não asssiti, mas vendo as fotos me lembrei de um espetáculo da Débora Cocker, chamado A Casa, quem fez o cenário foi o Gringo Cardia, e nele simulava um prédinho de 3 andares com aberturas pivotantes que se transformavam em piso,teto,parede. Bj!

  2. querido, ter visto este espetáculo incrível eu devo a vc! thanx again! uma coisa q eu achei legal é q o espetáculo é ligeiramente filosófico, sem ser moralista. não acha?
    bj


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