URGENTE!!!! Assine já pelo nosso bem!!!

A Biti Averbach enviou um texto sobre um projeto de lei ABSURDO. Por favor leiam e assinem DJÁ!

Um projeto do senador Eduardo Azeredo ameaça a liberdade de informação da internet. Por conta disso, um grupo enorme de professores, jornalistas, blogueiros etc. resolveu se mobilizar, fazer um manifesto e recolher assinaturas pra enviar ao Congresso.

Abaixo, vcs podem ler um trecho do Manifesto que explica um pouco do que se trata. O texto integral, para quem quiser ler, está aqui:

http://samadeu.blogspot.com/2008/07/manifesto-em-defesa-da-liberdade-e-do.html

E o link para quem for assinar o manifesto está aqui: http://www.petitiononline.com/veto2008/petition.html

Assinem, repassem! É MUITO importante!

“O Substitutivo do Senador Eduardo Azeredo quer bloquear o uso de redes P2P, quer liquidar com o avanço das redes de conexão abertas (Wi-Fi) e quer exigir que todos os provedores de acesso à Internet se tornem delatores de seus usuários, colocando cada um como provável criminoso. É o reino da suspeita, do medo e da quebra da neutralidade da rede. Caso o projeto Substitutivo do Senador Eduardo Azeredo seja aprovado, milhares de internautas serão transformados, de um dia para outro, em criminosos. Dezenas de atividades criativas serão consideradas criminosas pelo artigo 285-B do projeto em questão. Esse projeto é uma séria ameaça à diversidade da rede, às possibilidades recombinantes, além de instaurar o medo e a vigilância. Se, como diz o projeto de lei, é crime “obter ou transferir dado ou informação disponível em rede de computadores, dispositivo de comunicação ou sistema informatizado, sem autorização ou em desconformidade à autorização, do legítimo titular, quando exigida”, não podemos mais fazer nada na rede. O simples ato de acessar um site já seria um crime por “cópia sem pedir autorização” na memória “viva” (RAM) temporária do computador. Deveríamos considerar todos os browsers ilegais por criarem caches de páginas sem pedir autorização, e sem mesmo avisar aos mais comum dos usuários que eles estão copiando. Citar um trecho de uma matéria de um jornal ou outra publicação on-line em um blog, também seria crime.

O projeto, se aprovado, colocaria a prática do “blogging” na ilegalidade, bem como as máquinas de busca, já que elas copiam trechos de sites e blogs sem pedir autorização de ninguém! Se formos aplicar uma lei como essa as universidades, teríamos que considerar a ciência como uma atividade criminosa já que ela progride ao “transferir dado ou informação disponível em rede de computadores, dispositivo de comunicação ou sistema informatizado”, “sem pedir a autorização dos autores” (citamos, mas não pedimos autorização aos autores para citá-los). Se levarmos o projeto de lei a sério, devemos nos perguntar como poderíamos pensar, criar e difundir conhecimento sem sermos criminosos.

O conhecimento só se dá de forma coletiva e compartilhada. Todo conhecimento se produz coletivamente: estimulado pelos livros que lemos, pelas palestras que assistimos, pelas idéias que nos foram dadas por nossos professores e amigos… Como podemos criar algo que não tenha, de uma forma ou de outra, surgido ou sido transferido por algum “dispositivo de comunicação ou sistema informatizado, sem autorização ou em desconformidade à autorização, do legítimo titular”? Defendemos a liberdade, a inteligência e a troca livre e responsável. Não defendemos o plágio, a cópia indevida ou o roubo de obras. Defendemos a necessidade de garantir a liberdade de troca, o crescimento da criatividade e a expansão do conhecimento no Brasil. Experiências com Software Livres e Creative Commons já demonstraram que isso é possível. Devemos estimular a colaboração e enriquecimento cultural, não o plágio, o roubo e a cópia improdutiva e estagnante. E a Internet é um importante instrumento nesse sentido. Mas esse projeto coloca tudo no mesmo saco. Uso criativo, com respeito ao outro, passa, na Internet, a ser considerado crime.

Projetos como esses prestam um desserviço à sociedade e à cultura brasileiras, travam o desenvolvimento humano e colocam o país definitivamente para debaixo do tapete da história da sociedade da informação no século XXI. Por estas razões nós, abaixo assinados, pesquisadores e professores universitários apelamos aos congressistas brasileiros que rejeitem o projeto Substitutivo do Senador Eduardo Azeredo ao projeto de Lei da Câmara 89/2003, e Projetos de Lei do Senado n. 137/2000, e n. 76/2000, pois atenta contra a liberdade, a criatividade, a privacidade e a disseminação de conhecimento na Internet brasileira.”

André Lemos, Prof. Associado da Faculdade de Comunicação da UFBA, Pesquisador 1 do CNPq
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Sérgio Amadeu da Silveira, Prof. do Mestrado da Faculdade Cásper Líbero, ativista do software livre.

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Enquanto isso, na Playboy

Estou as voltas com o editorial de moda de agosto da Playboy. Como vai ser a edição de aniversário de 33 anos da revista, então o tema da parte de estilo é roupa de festa, é claro!

Meio um guia para quando você recebe um convite e vem escrito Tenue de Soirée, sabe como? Então, além do editorial com as fotos dos looks escolhidos para cada uma das situações, tem um mega box com dicas, opções, ícones, etc.

Ou seja, de um lado vem a foto numa página, na outra o texto com várias fotinhas. No final de tudo ainda tem 33 dicas de comportamento. Claro, estou fazendo um pesquisa e descobri um blog super engraçado de Portugal. Ele diz: o casaco não sai do torso, a camisa não sai de dentro das calças, os sapatos não saem dos pés e a gravata não sai da camisa (muito menos para a cabeça). Vale a pena também ler a etiqueta no carro.

Uma coisa que eu não sabia era sobre o RSVP. Mesmo que a gente não pretenda aceitar o convite, temos que responder! Eu juro que pensava que a simples não resposta já estava valendo. Na na ni não! Agora não erro mais.

Pensando sobre o black tie optei por uma gravata borboleta que precisamos dar o nó. Questão de estilo. Ainda bem que existe o Franz Ambrosio do Minha Avó Tinha, que sabe tudo sobre o bem vestir e ensinou a Sandra Godoy a fazer o nó. Estou sempre em débito com o Franz porque quando a gente precisa, ele salva uma produção.

Agora vai ser a primeira vez que vou trabalhar com uma Playmate. Mas isso conto depois, ok?