Matéria de moda masculina no Fantástico foi ao ar!

Confesso que estava um pouco ansioso para ver a matéria do Fantástico hoje, afinal levo a moda masculina mito a sério como sabem. Na Playboy o exercício de pesquisa não pára, tanto que a Glória Kalil me convidou para fazera produção de moda para o quadro dela no Fantástico.

Eu gostei da edição do quadro, centrada nas liquidações de inverno, nas dúvidas da vida real e nas nossas sugestões para os homens com gravata e os sem-gravatas.

Falei recentemente com a Fernanda Resende, do Oficina de Estilo, que vida real não é nada fácil. Afe, colocar coisas para os homens, ainda mais para o público do Fantástico tinha que ter ao mesmo tempo um pouco de informação de moda e um alto índice de aceitação.

Acho que o dever de casa foi bem feito. Coloquei uma pólo rosa com zíper para dar um ar um pouco mais moderno, tinha uma gravata lilás que amo junto com terno cinza claro, e tinha o clássico terno azul marinho com gravata bordô.

Muita coisa caiu, como as combinações de gravatas e camisas, mas tudo bem, já sabia que não ia entrar tudo. Muito deste espírito foi usado na próxima edição de moda da Playboy, quando mostro as roupas que se usa quando se recebe um convite. Desde black tie até esporte, Cheio de dicas também.

Sigo em frente na missão de dar sugestões para o homem médio brasileiro variar um pouco seu guarda-roupa!

Anúncios

Meus 4 anos de Bossa Nova

Como sabem, adoro uma data redonda. Como a maioria não sabe, não escuto música em casa. Todo mundo fica meio passado com isso, mas é verdade. Minha relação com música se dá através da dança e só.

Então, como este ano a Bossa Nova faz 50 anos, eu tenho uma história ótima. Eu odiava aquela coisa “do barquinho-vai”. João Gilberto nem pensar, Achava chato de doer, no mesmo nível que odeio o Clube da Esquina, os mineiros que se reuniram nos anos 80, sabe?

Quando fiz 40 anos, o Vitor Angelo resolveu me dar um presente musical-educativo: assistir de camarote o show do João Gilberto no Tom Brasil, Pensei comigo: não custa nada, ele vai dar um piti, vai cancelar o show e não vai demorar nada.

Começou o show, e o João estava pra lá de simpático, contando histórias, falante mesmo. Aos poucos, acredita que ele foi me conquistando, Ele lá, cantando com aquele fiapo de voz, super afinado, e de repente, ele começa a cantar o Hino Nacional em ritmo de Bossa. Tipo absurdo, irônico, engraçado e ao mesmo tempo tocante.

João é conhecido por suas manias e implicâncias. Para tocar, por uma questão de acústica, ele precisa estar em cima de um tapete persa. Se tiver alguém tossindo, falando ou comendo na platéia, ele simplesmente pára. Quem é fã, quase não respira nos seus shows.

Como ele sabia que era meu aniversário (kkkkkkkkkkkkkkk), não é que ele fez uma exceção? Pediu pro povo cantar com ele, no final falou: “Que bonitinho!”. Saí de lá fã do João Gilberto. E um pouco mais fã da Bossa.

Você sabia? Gisele Bündchen se recusa a usar vestido da Colcci

Coisas que eu nem sabia do desfile da Colcci. E você sabia?

A Gisele Bundchen se recusou a entrar com o vestido-rede no desfile da Colcci? Pois é, ela deveria ter feito 3 entradas, mas o segundo look foi demais para a úber-model. Sobrou para Ana Claudia Michels, a missão.

13 anos dA LOCA

Na terça à noite fui no aniversário dA LOCA. Vamos combinar que um lugar que ainda está firme e forte na na noite paulistana merece todos os parabéns do mundo. Anibal estava lá na porta, todo chique, recebendo todo mundo. A-do-ro!

Muita gente, eu disse muita gente passou por lá. Meia noite já estava com um fila na porta que ia até a esquina. Leia Bastos ficava no tapete vermelho. Três figuras históricas recebiam a gente: Alisson Gothz, Katia Miranda, Michael Love.

Era a noite do Nene, o Tapa na Pantera, e só faltou mesmo a Nega Nervous, que mora em Berlim, e que começou a história de terça con ele. Eu conheço há mais de 10 anoa cada um. Quando cheguei era o Atum que estava yocando na pista principal. O Luca Lauri entrou logo depois. Quando saí de lá, já estava dificil a locomoção no clube.

Fui pra cima e ainda escutei o Johnny Luxo tocando. Ao lado dele, Edu Corelli. Mais dancinha & conversinha. Esta hora eu já estava me divertindo muito. Desci e fui encontrando o povo: Roque Castro, Silvio Giorgi, Dani Ueda, Thiago Ferraz, Cadu Alves, a moda dizendo Presente!

O Facundo Guerra, também foi tirar o chapéu pro Anibal. Resolvi ir pro lugar mais VIP da noite paulistana, O Ecritório. Tipo Encontro com as Estrelas: Adriana Recchi, Luma Assis, Vivi Flacksbaum, Gisa Gabriel, Vitor Angelo, Ivi Brasil, Luiz Careca. A partir daí, é só amnésia!

Luma Assis e Anibal em momento fantasia!

Visita nas novas instalações da Rosa Chá

Andei meio sumido, porque os últimos dias foram uma correria só. Na terça fui no press day da Rosa Chá. É ótimo, porque além dos amigos assessores, jornalistas, você tem um contato mais próximo com a coleção. É diferente do desfile e do backstage. Mais calmo e você pode ver o produto melhor.

Como todos sabem, odiei o desfile. Porém, vendo as roupas, tem coisas muito legais. Adorei as calças em nova versão cargo, com ótimo acabamento, inclusive com forro colorido, que na versão em branco, tem um efeito muito bom.

Amir Slama explicou peça por peça da coleção masculina e mostrou um segredinho: uma pence na parte interna da sunga, que dgamos, dá uma sustenteção melhor nas partes baixas. Fiquei curioso. Depois fez um tour pelas novas instalações da marca. Arquitetura muito agradável e concentra todas as etapas de criação e modelagem das peças.

Acreditam que o Slama tem um acervo com todas as modelagens que ele desenvolveu até hoje? Ele disse que certas modelagens que são desenvolvidas em uma coleção podem voltar de uma outra forma, porque num determinado momento não chegou exatamente como eles queriam.

Aqui que as modelistas acertam as peças da Rosa Chá