Ronaldo Fraga lança linha de cadernos

Hoje teve um brunch na loja do Ronaldo Fraga para o lançamento dos cadernos, agendas e blocos de nota que o estilista mineiro fez em parceria com a Hallmark. Na verdade a parceria entre as duas marcas já acontece há quatro coleções com os convites e releases de Ronaldo.

A coleção de papelaria tem estampas de várias coleções do Fraga, as folhas vem com aqueles desenhos poéticos que a gente imediatamente reconhece. Dá até pena de usar de tão lindos. O melhor é que tem uma coisa muito difícil de achar que são cadernos com folhas sem pautas. Sou do tipo que rabisca, desenha, então é ótimo. Os blocos que são presos por cima são feitos sob medida para canhotos como eu porque não machuca a mão como os de espirais.

A Carol Vasone e eu reinvidicamos um modelo menor que é bom para anotações, entrevistas, que a gente sempre carrega. Eles prometeram que vão fazer um.

Como sempre encontrar com o Ronaldo é uma festa. Como ele vem pouco para São Paulo, é sempre bom vê-lo fora da agitação do SPFW. Tem aquela coisa mineira, da conversa, do tempo que vai passando. A primeira pessoa que encontrei foi Costanza Pascolato, como sempre impecável. Ela disse que sempre lê os blogues e como isso cria uma intimidade virtual. Como a fábrica da Tecelagem Santa Constancia fica no Parque Novo Mundo, e ela tem que trabalhar lá todos os dias, é a maneira que ela encontrou para não se sentir tão isolada. Com o tempo, continua Costanza, ela já sabe o temperamento de cada um.

Conversa vai, conversa vem, acabamos falando do Fernando de Barros, já que estou na linha sucessória dele. Ela contou uma história ótima. Em 1978 estava ela, Fernando, Gloria Kalil, entre outros, almoçando em Paris. O almoço demorou mais do que devia, e ela queria muito ir ver o desfile de Thierry Mugler.

Ela tinha convite, mas estava uma confusão na porta. Era o auge do estilista. O Fernando viu uma janelinha redonda e falou vamos por ali. Fez uma escadinha com as mãos e falou “Vai Costanza”. Ela não se fez de regada e pulou a janela. Disse que caiu sobre as pessoas que estavam na sala e que se sentiu uma roqueira que se joga na platéia. Adorei a história. Depois, comentei que meu primeiro trabalho com moda foi como produtor do site do Morumbi Fashion e que meu principal trabalho era levar ela da sala de desfiles até o estúdio para ela comentar os desfiles, então eu sentava no chão, que naquela época podia. “Bons tempos aqueles, não?”, comentou a papisa da elegância.

Aproveitei e falei para ela ir na exposição Do outro lado do muro, já que ela estava por estas bandas da cidade. Ela achou a idéia ótima e saiu do Ronaldo direto para lá.

Como há muito tempo não via a Mercedes Tristão, Luigi Torre, Patrícia Cazé e Vicente Negrão armamos um almoço rápido no Florinda. Dia 29, dia comer nhoque da sorte. Não é que um monte de gente que estava no Fraga teve a mesma idéia? Carol Garcia, Claudia Berckout… Melhor sexta, impossível.

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